Boa noite, Ricardo!
Obrigada! Desculpa o lugar-comum, mas a verdade é que me faltam as palavras, para agradecer, como merecias, as tuas, sedutoramente, poéticas.« Gastámos as palavras, meu amor.»
Um beijo, sabendo a marecia,
Violeta(s)
Corrijo: onde se lê marecia, deve ler-se maresia.
sem dúvida que as palavras te habitam. como uma casa cheia de vida. mas enquanto as transbordares assim, fluidas, não deves temer que te devorem.
Pois, pois. “palavras para Dó, palavras para Lá e palavras para Si” Estas coisas até já nem querem dizer nada…
palvras belas. sempre. as tuas.
venho matar saudades delas.
beijos
F A S C I N A D A ! !
Tuas palavras me enchem o coração de vontade de correr ao papel e escrever de novo. Qualquer coisa que fosse.
Já soube o que era sentimento no papel. Hoje me limito a observar…
Sucesso!
como é possível só agora ter descoberto este blogue?
e… já acabou. não, não me digas que acabou este blogue…
PENSAMENTOS
´´ se amar é viver!!!
porque muitos morrem mesmo estando amando?``.
´´um amor não apaga outro;
apenas, modifica-o``.
de todos os teus sítios, este, para mim, o mais querido.
flores
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“
tomo sempre o cuidado de não parecer intruso «nos teus passos largos»; e arrasto-me em grande asseverar - atrevo-me a protestar - quase demente em supre memória, diante do silêncio árido do teu solo – aquele (o) que domina ou cria e nunca se ouve - invisível desde muito cedo, de indícios raros, sem relatos –; mas é tão fácil, tudo está ali á vista – «mas eu não vejo, nem num instante; como uma sombra sem pensamento inteiro, de andar ligeiro e a todo o momento como uma inquietude demorada, escondesse o rasto, quero dizer: em algumas ocasiões, já o disse – que me acenas com o teu corpo e em teus passos me arrastas cego sem que os veja seguros e meus traços. – e nem sequer depois, tantas vezes, queremos ver, a verdade.»; tomo sempre o cuidado de não parecer amarrado e murmuro como se perguntasse, à maneira de um “apesar de tudo”: «sigo-te ao entardecer, assim tentando pendulado seguir-te os passos em fim de tarde, ser escravo sem remediar, sem rapina, sem derramada, seguir-te por efeito, sem defeito tão-somente a ti colado.»
“
© ricardo biquinha, in “um quase nada”
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