§ Acerca

Violeta Teixeira

Violeta Teixeira nasceu no Funchal, Ilha da Madeira. Licenciada em Filologia Românica, pela Universidade De Letras de Lisboa, é docente (aposentada, há um ano)do Ensino Secundário, em Leiria, onde reside. Outras actividades: poetisa, contista, cronista convidada de três semanários regionais e consultora de uma editora. Como poetisa, com três vozes, duas das quais desconhece, é autora de: FALO-VOS DO SILÊNCIO (1999); LÂNGUIDAS FÚRIAS ( 2000); AFLUENTES LUNARES - 1º PRÉMIO LITERÁRIO AFONSO LOPES VIEIRA, 1º edição - (2000), publicado em 2001; PARTOS DE PANDORA (2002); RESINAS DE ABULIA ( 2003). Foi finalista, num universo de sessenta concorrentes, do I CONCURSO INTERNACIONAL ORPHEU DIGITAL DE POESIA, e, num universo de 1000, num concurso do CENTRO DE ESTUDIOS POÉTICOS, tendo o poema concorrente, intitulado AZUCENAS DE RESPENDOR DE LA LUNA PLENA, sido seleccionado e publicado, em Outubro de 2004, na antologia internacional intitulada RAYO DE ESPERANZA; igualmente finalista, num universo de cerca de 4000 concorrentes, num concurso do CENTRO, supra indicado, o seu poema TE SOÑO foi publicado, no início de 2005, na antologia internacional AMOR IMPOSIBLE; finalista, também, no XIV Concurso Internacional Literário de Primavera( Brasil), num universo de cerca de 1700 concorrentes de 12 países, os seus dois poemas foram publicados no Livro «Agreste Utopia», em 2005; no concurso promovido pelo Centro, acima indicado, foi finalista, num universo de cerca de 7000 concorrentes e o seu poema «LEVA UN SOL EN LOS OJOS» já foi publicado na antologia HORIZONTE LEJANO; de novo, foi finalista num universo de 7200 concorrentes, num concurso do mesmo centro madrileno, e o seu poema ALUCINACIÓN foi publicado, em junho de 2005, na antologia internacional REGALOS DEL ALMA; finalista, novamente, num universo de 7400 concorrentes, o seu poema SEPARACIÓN será, brevemente, publicado noutra antologia internacional, intitulada AMOR OLVIDADO. Recentemente, como tem um Eu pluralizado, um outro lhe nasceu. É fotógrafa e chama-se Pandora. Nada perfectionista, como as várias poetisas (vozes), despudorada e insurrecta, publica muitas fotos sem qualidade na galeria on-line OLHARES. Jazem, na sua editora, há dois anos, ROSAS DE JERICHÓ (poesia) e uma colectânea de contos, intitulada CAVALO DE FOGO, subintitulada CONTOS ATÍPICOS, à espera desesperada de apoios, patrocínios ou um mecenas (6500 euros). Divorciada, com dois filhos casados, a poesia e a docência são as suas paixões. Quanto aos poemas publicados, AZUCENAS DE RESPENDOR DE LA LUNA PLENA e TE SOÑO foram escritos, num café, em Barcelona e em Alhambra, respectivamente; «LEVA UN SOL EN LOS OJOS» surgiu depois de ter conhecido a obra do poeta argentino António Porchia; ALUCIONACIÓN é o fruto de uma das suas 3 «vozes». Esta, desconhecida dela mesma. SEPARACIÓN surgiu escrito meses depois de uma ruptura amorosa. Concorreu, recentemente, e espera vir a ser, como tem sucedido em concursos anteriores, finalista. Como tem dificuldade em traduzir poemas longos e, artisticamente, melhores, limita-se a ser finalista, sem almejar ser premiada. Os dois do concurso brasileiro intitulam-se: APAGO AS PÁLPEBRAS e FLUEM ( ambos eróticos). Assume-se como marginal elitista. Ateia, só crê " na poesia, no amor e na morte".