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    <title>Partos de Pandora</title>
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    <copyright>Copyright (c) 2010, Violeta Teixeira</copyright>


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      <title>IMAGISMO E VORTICISMO</title>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Citações</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>
<a href="http://www.answers.com/topic/ezra-pound">http://www.answers.com/topic/ezra-pound</a>
</p>


<p>
Em 1921, Pound lançou em Londres uma escola estética de vanguarda, a qual chamou de Imagismo, em que defendia o uso da linguagem coloquial, a criação de novos ritmos sonoros ultrapassando a métrica, liberdade na escolha do assunto, verso livre, poesia clara e apresentação de imagens, procurando traduzir detalhes com precisão. Seu temperamento, terminou por levá-lo, em 1925, a fundar outra teoria estética, a qual denominava-se vorticismo, em que o escritor mantém diversos aspectos do imagismo e adiciona uma determinada estilização gráfica em seus poemas, que podem ser considerados como precursores da poesia concreta. Outra inovação estética é o conceito de poesia como &#8220;condensação&#8221;.
</p>
<p>
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagismo">http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagismo</a>
<br />

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>O NADA SABER&#8230; LOUCURA?</title>
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      <issued>2010-03-16T23:41:00+00:00</issued>
      <modified>2010-03-17T00:48:22+00:00</modified>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Reflexões</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Trabalho fotográfico da autoria de rattus
</p>
<p>
<a href="http://olhares.aeiou.pt/ezra_pound_e_a_loucura_2_foto1266441.html">http://olhares.aeiou.pt/ezra_pound_e_a_loucura_2_foto1266441.html</a>
</p>


<p>
&#8220;Minhas  intenções eram boas, mas enganei-me na maneira de alcançá-las. Fui um estúpido. O conhecimento me chegou 
<br />
tarde demais...Muito tarde me 
<br />
chegou a certeza de nada saber...&#8221;
</p>
<p>
 <a href="http://www.culturapara.art.br/opoema/ezrapound/ezrapound.htm">http://www.culturapara.art.br/opoema/ezrapound/ezrapound.htm</a>
</p>
<p>
Ezra Weston Loomis Pound (Hailey, Idaho, 30 de outubro de 1885 — Veneza, 1 de novembro de 1972) foi um poeta, músico e crítico que, junto com T. S. Eliot, foi uma das maiores figuras do movimento modernista da poesia do início do século XX. Ele foi o motor de diversos movimentos modernistas, notadamente do Imagismo e do Vorticismo.
<br />
Cresceu em Wyncote, perto de Filadélfia e formou-se na Universidade da Pensilvânia em 1906. Durante um breve período deu aulas em Crawfordsville, Indiana, e entre 1906-1907 viajou por Espanha, Itália e França. O seu primeiro livro de poemas, A Lume Spento, foi publicado em Veneza em 1908. Nesse ano fixou-se em Londres, onde viveu até 1920 e onde travou conhecimento com alguns dos mais importantes escritores da época: Ford Madox Ford, James Joyce, Wyndham Lewis, W. B. Yeats e T. S. Eliot, entre outros.
<br />
Em 1909 publicou Personae e Exultations, a que se seguiu um volume de ensaios críticos intitulado The Spirit of Romance de 1910. Entre 1914-1915 foi co-editor da revista do movimento Vorticista, Blast. Em Londres teve ainda a seu cargo a edição da revista de Chicago Little Review (1917-1919) e a partir de 1920 tornou-se correspondente da publicação The Dial na capital francesa, para onde se mudou em 1921.
<br />
Datam de 1920 as publicações de um segundo volume de textos críticos, Instigations, e de Hugh Selwyn Mauberley, uma das suas obras-primas. O poema Homage to Sextus Propertius foi publicado no ano anterior. Conhecedor das literaturas europeia e oriental, Pound associou-se desde muito cedo à escola dos imagistas, que liderou de forma particularmente enérgica. Os adeptos desta corrente poética, fundada em 1912 sob inspiração das ideias de T. E. Hulme, pretendiam explorar de forma disciplinada as potencialidades da imagem e da metáfora, consideradas a essência da poesia. O movimento, que Pound abandonou em 1914, teve a sua expressão na revista inglesa The Egoist (iniciada em 1912) e na revista americana Poetry (a partir de 1914). As raízes do movimento encontravam-se fundamentalmente na poesia chinesa e japonesa, mas os imagistas inspiraram-se também na poesia latina, em poemas da tradição medieval inglesa, nas composições poéticas dos trovadores provençais e em alguns poetas italianos. Nos seus Cantos, publicados numa longa série entre 1917-1949 e inacabados, Pound procurou elaborar uma versão moderna da Divina Comédia.
<br />
A fase de maior proximidade do escritor em relação ao movimento imagista é ilustrada pelas obras Ripostes (1912) e Lustra (1916). Em 1924 Pound mudou-se para Itália, onde as teorias económicas que defendeu o associaram ao fascismo, tendo chegado a proferir comunicações antidemocráticas na rádio italiana durante a Segunda Guerra Mundial. Nos seus tratados económicos e históricos, Jefferson and/or Mussolini de 1935 e Guide to Kulchur de 1938, Pound comprometeu-se definitivamente com o fascismo e foi preso em 1945, tendo sido posteriormente repatriado.
<br />
Considerado mentalmente incapaz, foi internado durante 13 anos num hospital psiquiátrico em Washington DC. A acusação de traição foi retirada em 1958 e Pound voltou a Itália depois da sua libertação. Trabalhou nos seus Cantos até 1972, ano da sua morte. A obra, carregada de citações e alusões históricas, permanece uma das mais controversas da poesia deste século. A influência de Ezra Pound e do seu projecto de renovação da linguagem poética fez-se sentir em Joyce, Yeats, William Carlos Williams e particularmente em T. S. Eliot, que submeteu o manuscrito da sua obra The Waste Land à apreciação de Pound antes de o publicar em 1922. As correcções feitas por Pound mereceram-lhe a dedicatória de Eliot: &#8220;For Ezra Pound, il miglior fabbro&#8221; (A Ezra Pound, o melhor artífice).
</p>

<p>
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ezra_Pound">http://pt.wikipedia.org/wiki/Ezra_Pound</a>
<br />

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>O DADAÍSMO</title>
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      <issued>2010-03-16T02:52:01+00:00</issued>
      <modified>2010-03-16T03:57:24+00:00</modified>
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      <created>2010-03-16T02:52:01+00:00</created>
		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Reflexões</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Retrato de 1927, por Lajos Tihanyi.
</p>
<p>
<a href="http://www.oceansbridge.com/oil-paintings/product/26..">http://www.oceansbridge.com/oil-paintings/product/26..</a>.
</p>

<p>
Tristan Tzara, pseudônimo de Samuel Rosenstock, (Moine&#351;ti, 16 de abril de 1896 — Paris, 24 de dezembro de 1963) foi um poeta romeno que passou a viver na França, tornando-se desta maneira um escritor francês.
<br />
Seu pseudônimo significaria numa tradução livre &#8220;triste terra&#8221;, tendo sido escolhido para protestar o tratamento dos judeus na Roménia. Poeta e ensaísta, participou na fundação do movimento dadaísta em Zurique, em 1916.
<br />
No ano seguinte, após a partida de Hugo Ball, Tzara assumiu o controle do movimento em Zurique. Proclamou a sua vontade de destruir a sociedade, os seus valores e a linguagem em obras como &#8220;Coração de gás&#8221; (1921), &#8220;A anticabeça&#8221; (1923) e &#8220;O homem aproximativo&#8221; (1931).
<br />
Após o declínio do movimento dadá, Tzara envolveu-se no surrealismo, juntou-se ao Partido Comunista e à Resistência Francesa. Tudo isto fez com que em obras como &#8220;A fuga&#8221; (1947), &#8220;O fruto permitido&#8221; (1956), &#8220;A Rosa e o Cão&#8221; (1958), esteja patente uma consciência lírica, na qual traduziu as suas preocupações sociais e testemunhou a sua ânsia de defender o homem contra todas as formas de servidão.
<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tristan_Tzara">http://pt.wikipedia.org/wiki/Tristan_Tzara</a>
</p>
<p>
O DADAISMO
</p>
<p>
O dadaísmo surgiu no ano de 1916, por iniciativa de um grupo de artistas que, descrentes de uma sociedade que consideravam responsável pelos estragos da Primeira Guerra Mundial, decidiram romper deliberadamente com todos os valores e princípios estabelecidos por ela anteriormente, inclusive os artísticos. A própria palavra dadá não tem outro significado senão a própria falta de significado, sendo um exemplo da essência desse movimento iconoclasta. 
<br />
O principal foco de difusão desta nova corrente artística foi o Café Voltaire, fundado na cidade de Zurique pelo poeta Hugo Ball e ao qual se uniram os artistas Hans Arp e Marcel Janco e o poeta romeno Tristan Tzara. Suas atuações provocativas e a publicação de inúmeros manifestos fizeram que o dadaísmo logo ficasse conhecido em toda a Europa, obtendo a adesão de artistas como Marcel Duchamp, ou Francis Picabia. 
<br />
Não se deve estranhar o fato de artistas plásticos e poetas trabalharem juntos - o dadaísmo propunha a atuação interdisciplinar como única maneira possível de renovar a linguagem criativa. Dessa forma, todos podiam ter vivência de vários campos ao mesmo tempo, trocando técnicas ou combinando-as. Nihilistas, irracionais e, às vezes, subversivos, os dadaístas não romperam somente com as formas da arte, mas também com o conceito da própria arte. 
<br />
Não são questionados apenas os princípios estéticos, como fizeram expressionistas ou cubistas, mas o próprio núcleo da questão artística.Negando toda possibilidade de autoridade crítica ou acadêmica, consideram válida qualquer expressão humana, inclusive a involuntária, elevando-a à categoria de obra de arte.Efêmera, mas eficaz, a arte dadaísta preparou o terreno para movimentos vanguardistas tão importantes como o surrealismo e a arte pop, entre outros.
<br />
PINTURA NO DADAÍSMO 
<br />
A pintura dadaísta foi um dos grandes mistérios da história da arte do século XX. Os pintores deste movimento, guiados por uma anarquia instintiva e um forte nihilismo, não hesitaram em anular as formas, técnicas e temas da pintura, tal como tinham sido entendidos até aquele momento. Um exemplo disso eram os quadros dos antimecanismos ou máquinas de nada, nos quais o tema central era totalmente inédito para aqueles tempos. 
<br />
Representavam artefatos de aparência mais poética do que mecânica, cuja função era totalmente desconhecida. Para dificultar ainda mais sua análise, os títulos escolhidos jamais tinham qualquer relação com o objeto central do quadro. Não é difícil deduzir que, exatamente através desses antitemas, os pintores expressavam sua repulsa em relação à sociedade, que com a mecanização estava causando a destruição do mundo. 
<br />
Um capítulo à parte merecem as colagens, que logo se transformaram no meio ideal de expressão do sentimento dadaísta. Tratava-se da reunião de materiais aparentemente escolhidos ao acaso, nos quais sempre se podiam ler textos elaborados com recortes de jornais de diferente feição gráfica. A mistura de todo tipo de imagens extraídas da imprensa da época faz desse tipo de trabalho uma antecipação precoce da idealização dos meios de comunicação de massa, que mais tarde viria a ser a artepop. 
<br />
ESCULTURA NO DADAÍSMO 
<br />
A escultura dadaísta nasceu sob a influência de um forte espírito iconoclasta. Uma vez suprimidos todos os valores estéticos adquiridos e conservados até o momento pelas academias, os dadaístas se dedicaram por completo à experimentação, improvisação e desordem. Os ready mades de Marcel Duchamp não pretendiam outra coisa que não dessacralizar os conceitos de arte e artista, expondo objetos do dia-a-dia como esculturas. 
<br />
Um dos mais escandalosos foi, sem dúvida, o urinol que este artista francês se atreveu a apresentar no Salão dos Independentes, competindo com as obras de outros escultores. Sua intenção foi tão-somente demonstrar até que ponto o critério subjetivo do artista podia transformar qualquer objeto em obra de arte. Com exemplos desse tipo e outros, pode-se afirmar que Marcel Duchamp é sem dúvida o primeiro pai da arte conceitual. 
<br />
Apareceram também, como na pintura, os primeiros antimecanismos, máquinas construídas com os elementos mais estapafúrdios e com o único objetivo de serem expostas para desconcertar e provocar o público. Os críticos não foram muito condescendentes com essas obras, que não conseguiam compreender nem classificar. Tais manifestações, por mais absurdas e insolentes que possam parecer, começaram a definir a plástica que surgiria nos anos seguintes.
<br />
FOTOGRAFIA E CINEMA DADAÍSTA 
<br />
Artistas de seu tempo, os dadaístas foram sem dúvida os primeiros a incorporar o cinema e a fotografia à sua expressão plástica. E fizeram isso de uma maneira totalmente experimental e guiados por uma espontaneidade inata. O resultado desse novo materialismo foi um cinema completamente abstrato e absurdo, por exemplo, o de diretores como Hans Richter e a fotografia experimental de Man Ray e seus seguidores. 
<br />
Foi exatamente Man Ray o inventor da conhecida técnica do raiograma, que consistia em tirar a fotografia sem a câmara fotográfica, ou seja, colocando o objeto perto de um filme altamente sensível e diante de uma fonte de luz. Apesar de seu caráter totalmente experimental, as obras assim concebidas conseguiram se manter no topo da modernidade tempo suficiente para passar a fazer parte dos anais da história da fotografia e do cinema artísticos.
<br />
Bibliografia: 
<br />
Enciclopedia Multimedia del Arte Universal©AlphaBetum Multimedia
</p>
<p>
<a href="http://www.arteeeducacao.net/historia/Dadaismo/texto.htm">http://www.arteeeducacao.net/historia/Dadaismo/texto.htm</a>
</p>

]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>AMADOR NO INVERNO DA VIDA</title>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Citações</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>
<a href="http://www.flickr.com/photos/22992468@N07/3142520202/">http://www.flickr.com/photos/22992468@N07/3142520202/</a>
</p>
<p>
«Velho amador, inverno em flor.»
</p>
<p>
Provérbio 
</p>

<p>
<a href="http://www.citador.pt/proverbios.php?op=7&amp;theme=inverno&amp;firstrec=0">http://www.citador.pt/proverbios.php?op=7&amp;theme=inverno&amp;firstrec=0</a>
</p>
<p>

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>O INVERNO VEIO…</title>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Pablo Picasso
</p>
<p>
<a href="http://www.allposters.com/-st/Fine-Art-Posters_c1013_p5_.htm">http://www.allposters.com/-st/Fine-Art-Posters_c1013_p5_.htm</a>
</p>


<p>
O Inverno veio enevoado, no dentro
<br />
Dos olhos líquidos Veio, esperado, desde sempre,
<br />
Mas recusado, com sentido, no ventre aceso do corpo.
<br />
Veio. Concedo. Concedo a contra gosto Veio, 
<br />
No miolo duro do racional. Não, contudo, no ser
<br />
Emocional, que me sou. Não, na vulva ardente, 
<br />
Desaguando fluxos de sangue, e sémen do outro.
<br />
Veio, com alvoroço absurdo, porque o sopro do vento,
<br />
Me batendo no telhado intacto, traz-me o sémen
<br />
De Apolo, e não me expulsa do templo de Vénus,
<br />
Onde presto culto, e me não pergunto porque, vindo
<br />
O Inverno, o faço, coroando-a de rosas e de mirto.
</p>
<p>
Violeta Teixeira, inédito
<br />

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>SONHO E HEROÍSMO</title>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Reflexões</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Trabalho fotográfico de Alberto Korda
</p>
<p>
<a href="http://www.lilithgallery.com/arthistory/photography/big_iconic_che.jpg">http://www.lilithgallery.com/arthistory/photography/big_iconic_che.jpg</a>
</p>


<p>
Che Guevara 
<br />
Contra ti se ergueu a prudência dos inteligentes e o arrojo dos patetas 
<br />
                                                              
<br />
A indecisão dos complicados e o primarismo 
<br />
Daqueles que confundem revolução com desforra 
</p>
<p>
De poster em poster a tua imagem paira na sociedade de consumo,
<br />
                                                               
<br />
Como o Cristo em sangue paira no alheamento ordenado das igrejas. 
<br />
                                                               
<br />
Porém 
<br />
Em frente do teu rosto 
<br />
Medita o adolescente à noite no seu quarto 
<br />
Quando procura emergir de um mundo que apodrece 
</p>

<p>
Sophia de Mello Breyner Andresen, in &#8220;O Nome das Coisas&#8221;
</p>
]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>AMOR</title>
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      <modified>2010-03-14T19:58:28+00:00</modified>
      <summary></summary>
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		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Citações</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[
<p>
Gustav Klimt
</p>
<p>
<a href="http://www.allposters.com/-sp/The-Kiss-c-1907-detail-Posters_i825887_.htm">http://www.allposters.com/-sp/The-Kiss-c-1907-detail-Posters_i825887_.htm</a>
</p>


<p>
«Serás amado apenas quando puderes mostrar a tua fraqueza, sem provocar nenhuma força.» 
</p>
<p>
 Adorno , Theodore, in  &#8220;Minima Moralia&#8221;    
</p>

<p>
<a href="http://www.citador.pt/citacoes.php?Amor=Amor&amp;cit=1&amp;op=8&amp;theme=12&amp;firstrec=200">http://www.citador.pt/citacoes.php?Amor=Amor&amp;cit=1&amp;op=8&amp;theme=12&amp;firstrec=200</a>
</p>
<p>

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>NO DEPOIS&#8230;</title>
      <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.mgrande.com/weblog/index.php/partosdepandora/no_depois/" /> 
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      <issued>2010-03-14T18:26:00+00:00</issued>
      <modified>2010-03-14T19:29:39+00:00</modified>
      <summary></summary>
      <created>2010-03-14T18:26:00+00:00</created>
		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Escultura da autoria de Maribel Santos (artista plástica)
</p>
<p>
<a href="http://olhares.aeiou.pt/interiolhar_foto3529061.html">http://olhares.aeiou.pt/interiolhar_foto3529061.html</a>
</p>

<p>
No depois,
<br />
Sobre o teu sexo,
<br />
Carícias cálidas,
<br />
A mão molhada, 
<br />
Um búzio róseo
<br />
A marulhar.
<br />
Sabe-me a sémen
<br />
De Apolo.
<br />
Sabe-me a pólen
<br />
De luar.
</p>

<p>
Violeta Teixeira, inédito
<br />

</p>]]></content>
    </entry>

    <entry>
      <title>OS CAMINHOS DA VIDA</title>
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		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Reflexões</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Jackson Pollock
</p>
<p>
<a href="http://www.allposters.com/-sp/No-14-Gray-Posters_i1813739_.htm">http://www.allposters.com/-sp/No-14-Gray-Posters_i1813739_.htm</a>
</p>


<p>
Caminho: faixa de terra sobre a qual se anda a pé. A estrada distingue-se do caminho não só por ser percorrida de automóvel, mas também por ser uma simples linha ligando um ponto a outro. A estrada não tem em si própria qualquer sentido; só têm sentido os dois pontos que ela liga. O caminho é uma homenagem ao espaço. Cada trecho do caminho é em si próprio dotado de um sentido e convida-nos a uma pausa. A estrada é uma desvalorização triunfal do espaço, que hoje não passa de um entrave aos movimentos do homem, de uma perda de tempo. 
<br />
Antes ainda de desaparecerem da paisagem, os caminhos desapareceram da alma humana: o homem já não sente o desejo de caminhar e de extrair disso um prazer. E também a sua vida ele já não vê como um caminho, mas como uma estrada: como uma linha conduzindo de uma etapa à seguinte, do posto de capitão ao posto de general, do estatuto de esposa ao estatuto de viúva. O tempo de viver reduziu-se a um simples obstáculo que é preciso ultrapassar a uma velocidade sempre crescente. 
</p>
<p>
Milan Kundera, in &#8220;A Imortalidade&#8221; 
</p>


<p>
<a href="http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&amp;refid=200709280900&amp;author=478">http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&amp;refid=200709280900&amp;author=478</a>
</p>

]]></content>
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      <title>DESCE, REINCIDENTE&#8230;</title>
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      <created>2010-03-13T21:06:00+00:00</created>
		<author>
		  <name>Violeta Teixeira</name>
		  <email>violeta_teixeira@hotmail.com</email>
		  		</author>
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
      <content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en-US"><![CDATA[<p>Stephen Hender
</p>
<p>
<a href="http://www.allposters.com/-st/Black-and-White-Photography-Posters_c6127_p4_.htm">http://www.allposters.com/-st/Black-and-White-Photography-Posters_c6127_p4_.htm</a>
</p>

<p>
Desce, reincidente,
<br />
Todos os lanços que a levam,
<br />
Parece-lhe, ao tempo
<br />
Verde-verde e tenro
<br />
Do se não lembra,
<br />
No hoje.
</p>
<p>
Embalde, insiste, obsessiva,
<br />
Na descida ao tão longe
<br />
Da vista enevoada
<br />
Do hoje.
</p>
<p>
Encontra, apenas,
<br />
No tempo do se recorda,
<br />
Uma garota, como a fêmea 
<br />
Do sempre,
<br />
Solitária e triste.
</p>

<p>
Violeta Teixeira, inédito
<br />

</p>]]></content>
    </entry>


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