DESNUDA…
Imagem ilustrativa de Modigliani
Desnuda,
Aqui,
Íntegra me dou.
Que venha a crítica,
Mas
Não se atreva
A julgar impudica a sincera
E solitária nudez da artista,
Que se entrega,
Sem moral, sem ética,
Ao sacrifício solene
E sacro da escrita,
Onde derrama o sangue
E se morre,
Em cada
Parto.
Violeta Teixeira, in PARTOS DE PANDORA, Magno Edições, 2001
Publicado por Violeta Teixeira em 10/05 às 11:43 PM
Categoria • Poesia •
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