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O ROSTO DA ANGÚSTIA
Zolsaihan Castillo
Desabrocham bolhas
Brancas da boca encarnada
E rasgada de uma rocha.
Rolam lentas e redondas
E rútilas num leito
De lágrimas verdes,
De argila, e lavam
As faces baças das dunas.
Por que me não lambem
Os lábios das feridas?
Por que me não lavam
O rosto da angústia?
Por que me não acariciam
As pálpebras pesadas dos dias?
Violeta Teixeira, inédito (DÉDALOS DE AFECTO)
Publicado por Violeta Teixeira em 31/10 às 11:05 AM
Categoria • Poesia •
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Adorei seu blog, e essa poesia esta linda, Abraços.
Comentado por EDUARDO ARAGAO NETO em 12/06 às 01:12 PM