§ Comentários:


ÍNTEGRA ME DOU

Desnuda,
Aqui,
Íntegra me dou.

Que venha a crítica,
Mas
Não se atreva
A julgar impudica a sincera
E solitária nudez da artista,
Que se entrega,
Sem moral, sem ética,
Ao sacrifício solene
E sacro da escrita,
Onde derrama o sangue
E se morre,
Em cada
Parto. 

Violeta Teixeira, in PARTOS DE PANDORA, Magno Edições,

Publicado por Violeta Teixeira em 27/06 às 11:10 PM
Categoria • Poesia

Linda poesia. Gostei muito.
É verdade, cada poesia é um parto, com dor e sangue. Dor que impele, o parto e nascimento na criação que se derramam sangue das tintas que se depositam no papel.
Muito bonito.

Comentado por  em  17/08  às  03:03 PM

Que putaria, hein?

Comentado por  em  23/10  às  04:04 PM

O parto só acontece depois de 9 meses da putaria na cama!

Comentado por  em  23/10  às  04:05 PM


Nome:

Email:

Localização:

URL:

Ícones Expressivos

Recordar a minha informação pessoal

Notificar-me em caso de comentário?

Submeta a palavra que vê em baixo:


Seguinte: «DOUTE/CERTITUDE»

Anterior: DESIR

Voltar