§ Comentários:
NO DEGRAU ZERO DA ESPERANÇA
PARA O MEU AMANTE INEXISTENTE
Desculpa! Mudei-me, ontem, à noite,
De morada. Não me batas, pois,
À porta do ninguém lá mora.
Desculpa! Fiquei aquém da porta, na
Mudança. Errei na chave da entrada.
Desculpa! Não há modo de te dar o endereço.
Moro, agora, no degrau zero da esperança.
Violeta Teixeira, inédito (ROSAS DE JERICHÓ)
Publicado por Violeta Teixeira em 23/09 às 11:45 PM
Categoria • Poesia •
Não existem comentários.
Seguinte: A CULTURA EM PORTUGAL
Anterior: NÃO SEI SE ME ESTOU ONDE ESTOU