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DIA DO SEU ANIVERSÁRIO

«Os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a humidade, os bichos, o tempo - e o seu próprio conteúdo.»

Paul Valéry

«Ambroise-Paul-Toussaint-Jules Valéry (30 de outubro de 1871, em Sète – 20 de julho de 1945, em Paris) foi um filósofo, escritor e poeta francês, da escola simbolista. Seus escritos incluem interesses em matemática, filosofia e música.
Realizou os estudos secundários em Montpellier na França, e iniciou sua carreira em Direito em 1889. Na mesma época publicou seus primeros versos, fortemente influenciados pela estética da literatura simbolista dominante na época. Em 1894 se instalou em Paris, onde trabalhou como redator no Ministerio de Guerra. Depois da Primeira Guerra Mundial se dedicou interamente a literatura e foi aceito pela Academia Francesa em 1925.
Sua obra poética foi influenciada por Stéphane Mallarmé que consequentemente influenciou outro francês Jean-Paul Sartre.

Livros

• Introduction à la méthode de Léonard de Vinci (1895) ;
• La soirée avec monsieur Teste (1896) ;
• Essai d’une conquête méthodique (1897) ;
• La jeune parque (1917) ;
• Album de vers anciens (1920) ;
• Charmes (1922) ;
• Eupalinos ou l’architecte (1923)
• L’âme et la danse (1923)
• Dialogue de l’arbre (1923)
• Regards sur le monde actuel (1931) ;
• Amphion (1931)
• L’idée fixe ou deux hommes à la mer (1932)
• Discours en l’honneur de Goethe (1932)
• Sémiramis (1934)
• Pièces sur l’art (1936)
• Degas, danse, dessin (1938)
• Discours aux chirurgiens (1938)
• Variété I et II.
• Variété III (1936), IV (1938) et V (1944).
• Mauvaises pensées et autres (1942) ;
• Tel quel (1941 (Cahier B 1910; Moralités; Littérature et Choses tues);
• Mon Faust (1946)
• L’ange (1947)
• Histoires brisées (1950)
• Vues (1948, póstumo).
• Œuvres I (1957, póstumo).

«(...)»

Sob o sol em meu leito após a água -
Sob o sol e sob o reflexo enorme do sol sobre o mar,
Sob a janela,
Sob os reflexos e os reflexos dos reflexos
Do sol e dos sóis sobre o mar
Nos vidros,
Após o banho, o café, as ideias,
Nu sob o sol em meu leito todo iluminado
Nu - só - louco -
Eu!

(Paul Valéry, 1933. Sem título, XVI, 204. Cadernos - tradução de Augusto de Campos)

Publicado por Violeta Teixeira em 30/10 às 11:00 AM
Categoria • Citações

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