§ Comentários:


DESVANECIDAS

Registo fotográfico de Violeta Teixeira/Pandora-Olhares.com


Desvanecidas
Todas as referências do rumo
Do regresso, busco,
Gélida de medo, um indicio,
Um signo mínimo,
Uma ferida rubra e ocre
No tronco forte de uma árvore,
Fixa na retina
Da
Partida.

Debalde, a busca! Certo, todavia,
Recordo-me de haver lido, algures, que «nunca
Nos sentimos tão vivos como às
Portas da morte.»

Violeta Teixeira, inédito

Publicado por Violeta Teixeira em 05/12 às 12:55 AM
Categoria • Poesia

Não gosto da visão da vida às portas da morte. A vida é para ser vivida em plenitude a todo o momento.Aliás, vendo bem as coisas, vivemos permanentemente na iminência da morte.
Não gostei da perpesctiva, mas gostei da forma como conjuagaste poeticamente as palavras.

Continua a poetar Violeta.

Lobo das Estepes

Comentado por  em  05/12  às  04:33 PM

Boa tarde, Fernando!

Obrigada pela visita a este espaço do desamor, e pelo comentário pertinente, como sempre.

Um abraço de uma amizade singular,

Violeta(s)

Comentado por Violeta Teixeira  em  05/12  às  05:08 PM


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