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ARANHA ENREDADA
Gegenlicht
Alongo-me em gestos constrangidos
De pudor e silêndos acesos
Nos lábios secos
E sequiosos
Da voz que demora
A iluminar-me o leito
Das palavras: monólogo
De aranha, enredada
Na trama do tempo.
Violeta Teixeira, in FALO-VOS DO SILÊNCIO, Magno Edições, 1999
Publicado por Violeta Teixeira em 26/02 às 12:05 PM
Categoria • Poesia •
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