Citações

Sábado, 17 Maio, 2008

SUICÍDIO

Registo fotográfico de Violeta Teixeira/Pandora.Olhares.com; violetateixeirapandora-fotogenico.net

«Quem se mata corre atrás de uma imagem que forjou de si próprio: as pessoas matam-se sempre para existir.»

Malraux , André

Publicado por Violeta Teixeira em 17/05 às 12:23 AM
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Sexta-feira, 16 Maio, 2008

A DÚVIDA

Imagem ilustrativa de Georgian Oaks

«A dúvida é uma homenagem prestada à esperança.»

Lautréamont, Isidore

Publicado por Violeta Teixeira em 16/05 às 12:06 AM
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Quinta-feira, 15 Maio, 2008

A NATUREZA

«A natureza não faz nada bruscamente.»

Jean-Baptiste Lamarck)

Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet, Chevalier de Lamarck (Bazentin, 1 de agosto de 1744 — Paris, 28 de dezembro de 1829) foi um naturalista francês que desenvolveu a teoria dos caracteres adquiridos, uma teoria da evolução agora desacreditada. Lamarck personificou as idéias pré-darwinistas sobre a evolução. Foi ele que, de fato, introduziu o termo biologia.
Originário da baixa nobreza (daí o título de ‘chevalier’wink, Lamarck pertenceu ao exército, interessou-se por história natural e escreveu uma obra de vários volumes sobre a flora da França. Isto chamou a atenção do Conde de Buffon que o indicou para o Museu de História Natural de Paris. Depois de ter trabalhado durante vários anos com plantas, Lamarck foi nomeado curador dos invertebrados (mais um termo introduzido por ele), e começou uma série de conferências públicas. Antes de 1800, ele era um essencialista que acreditava que as espécies eram imutáveis. Mas graças ao seu trabalho sobre os moluscos da Bacia de Paris, ficou convencido da transmutação das espécies ao longo do tempo, e desenvolveu a sua teoria da evolução (apresentada ao público em 1809 na sua Philosophie Zoologique).
Teoria dos caracteres adquiridos
A teoria de Lamarck baseou-se em duas observações que, inicialmente, foram recusadas pela sociedade, como todas mais teorias revolucionárias da época. Foram apenas aceites ao fim de algum tempo, e nelas a sociedade acreditou até que Charles Darwin as contradisse. As seguintes eram as observações:
1. Uso e desuso - Os indivíduos perdem as características de que não precisam e desenvolvem as que utilizam. O uso contínuo de um orgão ou parte do corpo faz com que este se desenvolva e seja apto para o correto funcionamento, e o desuso de um orgão ou parte do corpo faz com que este atrofie e com o tempo perca totalmente sua função no corpo do indivíduo.
2. Transmissão das características adquiridas - O uso e desuso de partes do corpo provocam alterações no organismo do indivíduo, essas alterações podem ser transmitidas às gerações seguintes. Por exemplo as crias das girafas herdam o pescoço comprido dos pais que supostamente o desenvolvem quando comem folhas das árvores mais altas.
Com estas observações em mente, Lamarck chegou a duas leis:
1. Lei do uso ou desuso - “Nos animais que não passaram o limite do seu desenvolvimento, o uso mais frequente e contínuo de um órgão fortalece, desenvolve e aumenta gradualmente esse órgão, e dá-lhe um poder proporcional ao tempo durante o qual foi usado; enquanto que a não utilização permanente de qualquer órgão causa o seu enfraquecimento e deterioração e diminui progressivamente a sua capacidade para funcionar, até que finalmente desaparece”;
2. Lei das características adquiridas - “Todas as características são adquiridas ou perdidas por imposição da natureza aos indivíduos, através da influência do ambiente no qual a espécie vive há muito, e por isso através da influência do uso predominante ou desuso permanente de qualquer órgão; todas são preservadas pela reprodução e transferidas para os novos indivíduos, desde que as modificações adquiridas sejam comuns a ambos os sexos, ou pelo menos tenham ocorrido no indivíduo que produz os novos”.
Lamarck acreditava que, como o ambiente terrestre sofre modificações constantes, as suas alterações estruturais forçam os seres que nele vivem a se transformarem para se adaptarem ao novo meio. Ao longo de muitas gerações (milhões de anos), o acúmulo de alterações pode levar ao surgimento de novos grupos de seres vivos. Assim, modificações no ambiente causam alterações nas “necessidades”, no comportamento, na utilização e desenvolvimento dos órgãos, na forma das espécies ao longo do tempo - e por isso causam a transmutação das espécies.
Lamarck defendia a geração espontânea contínua das espécies, com os organismos mais simples a serem depois transmutados com o tempo (pelo seu mecanismo) tornando-se mais complexos e próximos da perfeição ideal. Acreditava portanto num processo teleológico (orientado para um fim) em que os organismos se tornam mais perfeitos à medida que evoluem.
As teorias e os pensamentos de Lamarck podem ser considerados Transformistas, pois propõem a transformação e a evolução dos organismos. Suas idéias também evoluíram ao longo de seus estudos, e formaram um panorama que muito contribuiu para a biologia moderna. Seus estudos serviram de base a formulação da Teoria Sintética da Evolução de Charles Darwin.
É provável que a visão que os teóricos contemporâneos têm de Lamarck seja injusta. As contribuições dele para a biologia são muito importantes. Ele acreditava na evolução numa época em que não existiam muitos conhecimentos para sustentar essa teoria. Defendeu ainda que a função precede a forma, uma ideia controversa na sua época. No entanto, a herança dos caracteres adquiridos foi quase completamente refutada. August Weismann provou que a teoria era falsa em experiências em que a cauda de ratos era cortada para verificar se as crias nasciam com a cauda cortada. Algumas culturas humanas, como os Judeus, têm por hábito circuncidar os homens, mas após várias gerações os homens continuam a precisar de ser circuncidados. Mas Lamarck não considerava as mutilações como uma forma de adquirir novas características. Ele achava que só eram adquiridas novas características quando o animal se esforçava para satisfazer as suas próprias necessidades.
Charles Darwin elogiou Lamarck na terceira edição da A Origem das Espécies por ele apoiar o conceito da evolução e por ter contribuído para o divulgar. Darwin aceitava a ideia do uso e do desuso, e desenvolveu a sua teoria da pangenese em parte para explicar esse fenômeno. Não foi Darwin que refutou a teoria dos caracteres adquiridos, mas sim a descoberta dos mecanismos celulares da hereditariedade e da genética (ideias que Darwin reconheceu que precisava para completar a sua teoria).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por Violeta Teixeira em 15/05 às 02:21 AM
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Quarta-feira, 14 Maio, 2008

POESIA

«Fazer poesia é confessar-se.»

Klopstock, Friedrich

«Friedrich Gottlieb Klopstock foi um poeta alemão (Quedlinburg, 2 de Julho de 1724 - Hamburgo, 14 de Março de 1803).
Antigo aluno da escola de Schulpforta, estudou teologia nas universidades de Jena e Leipzig. Discípulo de Johann Jakob Bodmer e da escola suíça, descobriu com entusiasmo a obra de John Milton. Decidiu escrever uma epopéia religiosa chamada Messias, à qual se dedicou durantes vinte anos (1748/68). Com esta obra em vinte cantos, Klopstock tornou-se o poeta mais admirado da jovem geração. Antes de publicá-la, já se consagrara com suas primeiras odes (An Meine Freund, de 1747).
Dedicou-se também ao teatro. Escreveu inicialmente tragédias: A morte de Adão, de 1757 e Salomão, de 1763. No entanto, destacou-se com o teatro patriótico, representado pela trilogia centralizada na personagem Hermann, herói da resistência da velha Germânia aos romanos.
Embora tivesse passado grande parte da sua vida na Dinamarca, onde recebia um pensão do rei Frederik V, foi um dos precursores do movimento nacional na Alemanha. Saudou com entusiasmo as revoluções americana e francesa. Porém, quando a República Francesa quis torná-lo cidadão honorário, Klopstock recusou em sinal de protesto contra os excessos da revolução na França. Contribuiu ainda nos campos da filologia e da história da literatura.»

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por Violeta Teixeira em 14/05 às 02:50 AM
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Terça-feira, 13 Maio, 2008

OS ARTISTAS

Imagem ilustrativa de Miró

«Os artistas têm o direito de serem modestos e o dever de serem vaidosos.»

Kraus, Karl, in “Do Artista”

Publicado por Violeta Teixeira em 13/05 às 04:32 PM
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Domingo, 11 Maio, 2008

ORGULHO

«É o orgulho que leva a dizer não, e a fraqueza sim. A modéstia pode dizer ambas as coisas sem paixão.»

Reverdy, Pierre, in “A Granel”

Pierre Reverdy (13 de setembro de 1889 — 17 de junho de 1960) foi um poeta francês associado ao surrealismo e cubismo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por Violeta Teixeira em 11/05 às 05:54 PM
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Sexta-feira, 09 Maio, 2008

SILÊNCIO

«O que se faz de grande faz-se em silêncio.»

Geijer, Erik

Erik Gustaf Geijer (12 gennaio 1783 - 23 aprile 1847) fu uno scrittore, storico e compositore svedese.
Fu membro dell’Accademia Svedese e professore di storia a Uppsala a partire dal 1817, dove una statua ne commemora la memoria. Geijer fu anche un membro della Götiska Förbundet, una società del XIX secolo che si prefiggeva l’obiettivo di risollevare la società scandinava esaltandone il passato glorioso. Nel primo numero del periodico della società, Iduna, apparve la più celebre delle poesie di Geijer, Il Vichingo, che descriveva i Vichinghi come quell’eroico popolo norreno che è rimasto nella cultura popolare fino ai giorni nostri. Questo rappresentò un vero e proprio punto di svolta nella riabilitazione dei Vichinghi fra gli svedesi della generazione romantica.
Benché Geijer divenne famoso come un autore nazionalista, la sua visuale cambiò con gli anni, fino a portarlo ad invocare riforme sociali e l’introduzione del Liberalismo.

Da Wikipedia, l’enciclopedia libera.

Publicado por Violeta Teixeira em 09/05 às 05:43 PM
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Quarta-feira, 07 Maio, 2008

MORTE


«Quando morreres, só levarás aquilo que tiveres dado.»

“O Jardim das Rosas”
Muslah-Al-Din Saadi

Muslah-Al-Din Saadi
Pérsia, [1184-1291], Literato

Publicado por Violeta Teixeira em 07/05 às 02:50 PM
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Domingo, 04 Maio, 2008

AMIZADE

«Não reveles ao amigo todos os teus segredos: sabes se ele não se tornará, um dia, teu inimigo? Não causes ao teu inimigo todo o mal que lhe podes fazer: sabes se ele não se tornará, um dia, teu amigo?»

Saadi, Muslah-Al-Din

Muslah-Al-Din Saadi
Pérsia, [1184-1291], Literato

Publicado por Violeta Teixeira em 04/05 às 05:26 PM
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Sábado, 03 Maio, 2008

O PALCO

«O palco é o refúgio dos demasiado fascinadores.»

Oscar Wilde

Publicado por Violeta Teixeira em 03/05 às 07:31 PM
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Sexta-feira, 02 Maio, 2008

VINHO

menosehmais.spaces.live.com/Blog/cns!C19ECDBB…

«Deus apenas fez a água, mas o homem fez o vinho.»

Hugo, Victor

Publicado por Violeta Teixeira em 02/05 às 01:15 AM
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Quinta-feira, 01 Maio, 2008

SOMBRAS

Imagem ilustrativa de Duchand

«As coisas mais bonitas do mundo são sombras»

Dickens, Charles

Publicado por Violeta Teixeira em 01/05 às 12:39 PM
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A FELICIDADE

Registo fotográfico de Jorge Martinho-Olhares.com


«A felicidade é parecida com a liberdade, porque toda a gente fala nela e ninguém a goza.»

Muslah-Al-Din Saadi
Pérsia, [1184-1291], Literato

Publicado por Violeta Teixeira em 01/05 às 01:08 AM
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Quarta-feira, 30 Abril, 2008

NUDEZ

Imagem ilustrativa de Dave Rudin

«A beleza de um corpo nu só o sentem as raças vestidas.»

Bernardo Soares (F. Pessoa), in «LIVRO DO DESASSOSSEGO»

Publicado por Violeta Teixeira em 30/04 às 01:28 AM
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Quarta-feira, 23 Abril, 2008

MORTE

«Por mim, creio que estamos mortos há muito tempo: morremos no exacto momento em que deixamos de ser úteis.»

Sartre, Jean-Paul, in “Mortos Sem Sepultura”

Publicado por Violeta Teixeira em 23/04 às 01:33 AM
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