John Mallord William Turner
(1775-1851)
perdida numa tela de Turner
a memória toda de existir
perdida em lugares profundos
entre pedras frias e túmulos
cobertos de água e fascínio
mergulhar na cor no traço puro
ser a textura da tinta ser o poema
ser o risco permaturo no olhar
que pinta a tonalidade única do
momento
sentir o aroma das romanescas
manhãs de amores - no arco
imperfeito da existência
uma rosa ardente
e uma vaga impressão de flores
Bonito.
Um @bração do
Zeca da Nau
Adoro Turner!
E esses o risco permaturo; vaga impressão podiam bem caracterizá-lo…
Saudades tuas, ó exilada!
Kisses
Perdeste-te bem.
Isto é, o teu poema e o quadro conjuga-se na perfeição.
Mas eu também estou perdido: Tive um comentário de um senhor chamado Manuel e cujo endereço é este blogue. Vendo a lista dos participantes, verifico que não há nenhum Manuel. Para complicar mais ainda a minha vida verifico que há um outro blogue cujo endereço também tem a expressão “oblogdalibelua"… (poemas e histórias de querer sonhar) que aparentemente tem pessoas comuns aos dois blogues.
Resumindo, não sei quem é o Manuel.
Mas vou linkar este blogue como “Poemas de trazer por casa”.
Beijinhos para as meninas
Abraços para os rapazes
Olá Nilson! A tua confusão tem razão de ser. Todos nós aqui temos naturalmente nomes próprios, que assumimos, e os pseudónimos de escrita presentes nos dois blogs. Foste visitado pelo Manuel, o nosso Romeiro e eu sou a LibeLua ou às vezes a deSaraComAmor, mas chamo-me Ana. O OrCa é o nosso Jorge Castro dos Sete Mares com obra feita e publicada. Quanto a ti, sê bem vindo e obrigada pela ancoragem, oupsss, linkagem!
... e, no entanto, para alem do difuso nevoeiro, erges a palavra e o poema nasce… Belo.
Beijos
Olá Libelua ou às vezes deSaraComAmor, mas que realmente te chamas Ana.
Obrigado pela tua explicação, que percebi, mas que não vou conseguir fixar. Só tu tens 3 nomes, mais 2 de cada um…
Mas também não interessa muito. O que interessa mesmo é vir aqui de vez em quando para vos ler. Para o efeito já coloquei no meu blogue o link respectivo.
O Nilson Barcelli deixou-te (nos?) esse estupendo elogio: o interessante, diz ele, é vir aqui de vez em quando para nos ler. Não é esse o superior desidério?
Beijos.