poemas de trazer por casa e outras estórias (III)

home

:: elaborar estórias:

:: Sábado, Abril 01, 2006

reminiscência

John Mallord William Turner
(1775-1851)

perdida numa tela de Turner
a memória toda de existir
perdida em lugares profundos
entre pedras frias e túmulos
cobertos de água e fascínio

mergulhar na cor no traço puro
ser a textura da tinta ser o poema
ser o risco permaturo no olhar
que pinta a tonalidade única do
momento

sentir o aroma das romanescas
manhãs de amores - no arco
imperfeito da existência
uma rosa ardente
e uma vaga impressão de flores

publicado por deSaraComAmor • às 09:44 PM • categoria: poesia

:: estórias:

Bonito.

Um @bração do
Zeca da Nau

contado por Zeca da Nau  em  04/02  às  12:44 AM

Adoro Turner!
E esses o risco permaturo; vaga impressão podiam bem caracterizá-lo… smile
Saudades tuas, ó exilada!
Kisses

contado por MJM  em  04/03  às  01:32 AM

Perdeste-te bem.
Isto é, o teu poema e o quadro conjuga-se na perfeição.

Mas eu também estou perdido: Tive um comentário de um senhor chamado Manuel e cujo endereço é este blogue. Vendo a lista dos participantes, verifico que não há nenhum Manuel. Para complicar mais ainda a minha vida verifico que há um outro blogue cujo endereço também tem a expressão “oblogdalibelua"… (poemas e histórias de querer sonhar) que aparentemente tem pessoas comuns aos dois blogues.
Resumindo, não sei quem é o Manuel.
Mas vou linkar este blogue como “Poemas de trazer por casa”.

Beijinhos para as meninas
Abraços para os rapazes

contado por Nilson Barcelli  em  04/03  às  01:48 PM

Olá Nilson! A tua confusão tem razão de ser. Todos nós aqui temos naturalmente nomes próprios, que assumimos, e os pseudónimos de escrita presentes nos dois blogs. Foste visitado pelo Manuel, o nosso Romeiro e eu sou a LibeLua ou às vezes a deSaraComAmor, mas chamo-me Ana. O OrCa é o nosso Jorge Castro dos Sete Mares com obra feita e publicada. Quanto a ti, sê bem vindo e obrigada pela ancoragem, oupsss, linkagem!

contado por  em  04/03  às  04:43 PM

... e, no entanto, para alem do difuso nevoeiro, erges a palavra e o poema nasce… Belo.

Beijos

contado por manuel  em  04/04  às  07:11 PM

Olá Libelua ou às vezes deSaraComAmor, mas que realmente te chamas Ana.
Obrigado pela tua explicação, que percebi, mas que não vou conseguir fixar. Só tu tens 3 nomes, mais 2 de cada um…
Mas também não interessa muito. O que interessa mesmo é vir aqui de vez em quando para vos ler. Para o efeito já coloquei no meu blogue o link respectivo.

contado por Nilson Barcelli  em  04/05  às  10:40 AM

O Nilson Barcelli deixou-te (nos?) esse estupendo elogio: o interessante, diz ele, é vir aqui de vez em quando para nos ler. Não é esse o superior desidério?

Beijos.

contado por  em  04/07  às  12:21 AM

:: formulário:


entrada seguinte: era um dia como o de hoje

entrada nnterior: Gramática




| voltar |