se te digo de palavras que são contos
ou dos cantos das palavras de dizer
que de encantos inebria ou nos faz tontos
tanto quanto quantos cantos te souber
se te digo apenas talvez o que sabes
ou então tudo o que eu sei que queres saber
ficará entre nós um céu sem aves
que de azul se perdeu já do entardecer
vem daí pois seremos bem capazes
de outro sabor descobrirmos nas palavras
que renasça do que eu faço e do que fazes
abrirei também a porta que tu abras
surgirão de nós palavras mais audazes
nesse campo onde semeio e que tu lavras
Bom dia! Ora vivam as palavras que são contos que me contas com um céu sem aves entre nós. Gosto dos teus jogos de linguagem com um sabor fresco a menta matinal! Ok, semeador (há um aqui na cidade, com estátua e tudo...) Semeia que eu lavrarei em versos os sabores mais raros e diversos! Belas palavras aqui nos deixas!
Beijinhooooooooooos e obrigada pela partilha!
belo demais, meu amigo! belo demais.
um beijo e um cravo, daqui.
25 Abril de 2006
Um abração de solidariedade e fraternidade universal nesta data memorável.
Zeca da Nau