a rima no alfobre onde se arruma
a quadra mera estrofe ou um soneto
se arrimada a ritmo doce em sumaúma
da palavra silabada qual ornato
não tem tempo nem lugar e cada uma
criará outro alimento ao entreacto
onde até o mar azul se faz de espuma
onde até o céu de anil é de outro trato
dando corpo e alento vário à ideia bruta
num afago que afeiçoa a alma à outra.
Atenção…
O Micróbio mudou de casa. Agora está nesta rua:
http:\\o-microbioii.blogspot.com
No dia dedicado à Poesia, vim deixar um abraço a todos os Poetas da Casa…
(é difícil aceder aqui...)
Um abraço a todos
O Micróbio fez anos!…
Como eu gosto dete teu registo camoniano, forte e bem rimado! A arte poética é isso mesmo: dar alento e corpo vário (ou o oposto) à ideia bruta, num afago que afeiçoa a alma à outra, captando o instante que o sujeito poético vive, mais, tornando-o sublime. Obrigada por este poema que despontou aqui no nosso cantinho. Eu luto para não desaparecer do mundo, mas a decisão de fixar-me na aldeia e não na cidade sai-me cara. De facto, este país não existe! Aqui não há nada. A estas pessoas resta-lhes esperar a morte devagarinho… Isto para te dizer que não tenho tido facilidade em ter net cá em casa. Daí os múltiplos silêncios. Beijinhos. Até breve!
Que beleza, meu amigo! Um dos seus mais belos.
Vou roubar, tá?
Um beijo enorme desse lado do mar, o meu.
Vim “de Camões”, Márcia me pisca o olho… Tudo se conjuga!
Mas perdi o aniversário do Micróbio, o que não é bom… Tentarei redimir-me.
Beijos, LibeLua… A falta que fizeste (e o Romeiro) no nosso encontro. Mas estiveram por lá ambos. Alto e bom som!
Para a próxima queremos mais!
dando corpo e alento vário à ideia bruta
num afago que afeiçoa a alma à outra.
a chave q abre e fecha; o Sésamo dos poetas!
Um kiss nele! no poema e no punho q fez