Silêncio, muita paz, amor, a luz da partilha incendiada na alma, num tempo como todos os tempos deviam ser… de amor, simplesmente.
... mas que não amor ausente
de amarra de um cais pendente
a desaparecer na vasa
mas aquele tão só silente
entranhado e luminoso
navegando p’ra viver…
Quase, quase seguindo o mote. E desejando para ti um ano cheio das melhores realizações.
Com beijos.