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[ Terça-feira, Novembro 23, 2004 ]

abraçar [de nunca o ser ou lograr alcançar]



trabalho sobre fotografia de © biquinha

observo[ei], eu, neste [naquele] cobrir-se de folhas em outono luminoso, vivo e brilhante, nesta [naquela] varanda [onde tomei assento], sentado, com o sol que me abrange, [abraçava] e acerca, quente e ardente em graça, alcanço[ei] de vista no horizonte, teu sorriso, triste, infeliz… e caminho[ei] ao longo dele, embriagado, determinado e marcado, tentando vagarosamente percebe-lo. tentei eu, o que se deseja ou empreende, sondar, sentir o seu limite, e alcance. e decidido, resoluto, tentei a sua extinção. enquanto me acomodei nesse [no] sonho desenrolado e expedito, a noite, sem se chamar ou reclamar, chegou, em tempo de gestos a transformar o dia em noite rolando em escuro, parecendo, o teu sorriso, melancólico, sombrio e infeliz que não consegui[a] transformar em dia [alegria]. e noite se fez, e a noite abraçou-me. sem perder tempo, cingiu com os braços, e colheu-me em escuro completo. na noite. observo sempre o céu. não sei porque o faço, triste talvez, por o desconhecer, contente, por o desejar. é aquele silêncio que me faz despertar. e foi nele, guardar silêncio, silêncio marcado, naquela tranquilidade desejada que [te] revi, teu rosto, em lua reflectido ainda sorrindo [apaixonado rosto], e percebi logo tudo o que perdi [e que nunca entendi]. como se tudo fosse ganhando magia, em breve e rápido lance, observo[ei], eu, neste [naquele] veloz, e quase instantâneo abraçar [de nunca o ser ou lograr alcançar] de face nua. inquieto e estranhamente agitado concluído num gesto irreflectido de verdade, alcancei, eu, em grito feroz da varanda para a rua: “eu sou o sol tu és a lua”.

( heterónimo de © biquinha )

pra’ouvir: | sharon allitt - what have i done |

• publicado por temporal em 23/11 às 00:00 • permalink • interruptorComentar (26)


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