capa |
recortes |
título, autor, ligações e outros |
 |
a sombra do vento
«prémio correntes d'escritas / casino da póvoa 2006. uma história inesquecível sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros. numa manhã de 1945 um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso, oculto no coração da cidade velha: o cemitério dos livros esquecidos. aí, daniel sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura de Barcelona. juntando as técnicas do relato de intriga e suspense, o romance histórico e a comédia de costumes, a sombra do vento é sobretudo uma trágica história de amor cujo o eco se projecta através do tempo. com uma grande força narrativa, o autor entrelaça tramas e enigmas ao modo de bonecas russas num inesquecível relato sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, numa intriga que se mantém até à última página.» in publicações dom quixote |
a sombra do vento © 2004, carlos ruiz zafón web oficial de carlos ruiz zafón |
 |
d. sebastião e o vidente
«as vidas de el-rei d. sebastião e miguel leitão de andrada entrelaçam-se desde o nascimento até ao desastre de alcácer-quibir. o rei-menino, corajoso mas ingénuo, e o leal fidalgote de pedrógão grande, reconhecido na região como vidente e protegido de nossa senhora da luz, vêem-se implicados numa secreta e perigosa intriga de espionagem, com contornos sexuais. o rei mais desejado de toda a nossa história é, apesar de todas as esperanças da nação, um órfão falto de afectos, criado e educado por velhos, como a avó sedenta de poder e o tio cardeal, ambicioso e fraco. caprichoso e insolente, d. sebastião cresce atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário, senhor de um poder absoluto que o arrasta ao desastre, profetizado pelas dolorosas visões de miguel leitão de andrada. este romance fascinante foi construído a partir de uma rigorosa investigação de fontes históricas documentais - portuguesas, espanholas, italianas, francesas e holandesas - e condimentado pela exuberante imaginação de deana barroqueiro.» in porto editora |
d. sebastião e o vidente © 2006, deana barroqueiro deana barroqueiro |
 |
o último papa
«1978, Cidade do Vaticano
às 4.30 da manhã, a irmã vincenza, assistente pessoal de joão paulo I, chega à antecâmara dos aposentos pontífices com o pequeno-almoço. deseja os bons dias ao Papa mas, pela primeira vez, não é convidada a entrar. só quando mais tarde ganha coragem e abre a porta, descobre que albino luciani, representante de Deus na terra, jaz morto na cama. tinha sido eleito papa há apenas 33 dias. e em 2000 anos de história, nunca nenhum papa havia morrido sozinho..» in edições saída de emergência |
o último papa © 2006, luís miguel rocha sobre o autor: luís miguel rocha |
 |
o teu rosto amanhã - I. febre e lança
«...hoje aborrece-se o definitivo e seguro, e em consequência o já fixado no tempo; e é em parte por isso que se detesta também o passado, a menos que se consiga contaminá-lo com a nossa vacilação, ou que se possa contagiá-lo com a indefinição do presente, já se tenta sem parar. hoje não se tolera saber que uma coisa foi; que tenha sido já e tenha sido assim, como foi, de ciência certa. na realidade não se tolera não já sabê-lo, mas sim o seu mero ter sido. mais nada, só isso: que tenha sido. sem a nossa intervenção, sem a nossa ponderação, como dizer, sem a nossa indecisão infinita nem a nossa escrupulosa aquiescência. sem a nossa tão querida incerteza, como imparcial testemunha.» |
o teu rosto amanhã - I. febre e lança © 2002, javier marías www.javiermarias.es |
 |
1984
«uma sociedade onde até pensar pode ser crime é o cenário em que se desenrola “1984”, de george orwell. com “1984”, george orwell imprimiu no imaginário popular um dos pesadelos mais fortes do conturbado século XX. a sociedade rigorosamente vigiada, em que nem os pensamentos são livres, tornou-se um símbolo do horror dos regimes totalitários. mas, se em meados do século XX se pensava na união soviética de estaline como o modelo inspirador deste horror, passadas cinco décadas a obra de orwell, publicada amanhã na colecção mil folhas, continua a dar que pensar. é um romance político, mas não se fuja deste livro como se fosse um instrumento de instrução doutrinário. não é sequer o contrário dos poeirentos livros de materialismo dialéctico que ainda ameaçam o incauto frequentador dos saldos de livros. muito longe disso.» in colecção mil folhas |
1984 © 1949, george orwell wikipédia, george orwell |
 |
a profecia romanov
«no dia 16 de julho de 1918 o czar nicolau II e toda a sua família são executados a sangue-frio, mas quando em 1991 se exumam os seus restos mortais descobre-se que faltam os cadáveres de dois dos seus filhos. hoje, após a queda do comunismo, o povo russo decide democraticamente regressar à monarquia. e o novo czar será escolhido entre os parentes afastados do antigo nicolau II. quando o advogado americano miles lord é contratado para investigar um dos candidatos vê-se envolvido numa trama para descobrir um dos grandes enigmas da história: o que realmente aconteceu à família imperial. a sua única pista é uma críptica mensagem nos escritos de rasputine que anuncia que aquele cruel capítulo não será o único na lenda dos romanov. as consequências desta profecia serão devastadoras para o futuro do czar e para a mãe Rússia, mas também para o próprio miles.» in livrosnet |
a profecia romanov © 2006, steve berry the official web site of steve berry |
 |
anjos e demónios
«quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia robert langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. a sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga irmandade chamada iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da igreja católica. em roma, o colégio dos cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a guarda suíça é informada de que uma perigosa arma está na cidade do vaticano com o propósito de a destruir. robert langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por victoria vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos iluminati, lutando contra o tempo para salvar o vaticano.» in bertrand livreiros |
anjos e demónios © 2005, dan brown official web site of dan brown |
 |
o código da vinci
«robert langdon, conceituado simbologista, está em paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. na tentativa de decifrar o estranho código, langdon e uma dotada criptologista francesa, sophie neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de leonardo da vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. tudo se complica quando langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o priorado de sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido sir isaac newton, botticelli, victor hugo e da vinci, entre outros.» in bertrand livreiros |
o código da vinci © 2005, dan brown official web site of dan brown |
 |
o pêndulo de foucault
«... um segredo ocultado pelos templários ... nos nossos dias, três redactores editoriais italianos, cansados da rotina, são levados pela curiosidade e sede de cultura a retomar a curiosa história de um segredo dos templários. um segredo que os cavaleiros teriam ocultado no momento da extinção da ordem e da condenação à morte dos seus dirigentes em 1312. a descoberta de um “plano” centenário para dominar o mundo vai levar os três homens muito longe na procura da verdade. umberto eco consegue assim, num mesmo livro, misturar romance histórico, aventura e mistério. o resultado é um inquietante relato que nos faz pensar: poderá ser verdade? poderemos ser todos vítimas de uma enorme conspiração de proporções cósmicas?» in difel |
o pêndulo de foucault © 1988, umberto eco wikipédia, umberto eco |
 |
inveja - mal secreto
«o ódio espuma. a preguiça se derrama. a gula engorda. a avareza acumula. a luxúria se oferece. o orgulho brilha. só a inveja se esconde.» |
inveja - mal secreto © 1998, zuenir ventura portal literal - zuenir ventura |
 |
o codex 632
«baseado em documentos históricos genuínos, o codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.» in gradiva
|
o codex 632 © 2005, josé rodrigues dos santos josé rodrigues dos santos |
 |
equador
«quando, em dezembro de 1905, luís bernardo é chamado por el-rei d.carlos a vila viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de s.tomé. não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. e não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida. é com esta história admiravelmente bem escrita, comovente e perturbadora que miguel sousa tavares inaugura a sua incursão na escrita literária. equador foi o fruto de uma longa maturação e investigação histórica que inspirou um romance fascinante vivido num período complexo da história portuguesa, no início do século XX e últimos anos da monarquia.» in oficina do livro
«equador de miguel sousa tavares vence prémio literário em itália»
|
equador © 2003, miguel sousa tavares miguel sousa tavares |
 |
o triunfo dos porcos
«animal farm (o triunfo dos porcos em portugal ou a revolução dos bichos no brasil) é um romance alegórico da autoria de george orwell. é, acima de tudo, uma sátira ferozmente crítica da rússia soviética, mas é também uma alegoria sobre todas as revoluções. foi publicado pela primeira vez em 1945 e como, nessa altura, a urss era aliada a inglaterra, o autor teve alguma dificuldade em publicar o livro.» in wikipédia, animal farm |
o triunfo dos porcos © 1945, george orwell wikipédia, george orwell |
 |
tudo o que temos cá dentro
«as emoções que este belíssimo livro provoca, o leitor poderá descobrir e sentir à medida que se deixar envolver por estas páginas preenchidas por dois percursos fascinantes, os de nuno e rita, protagonistas num universo que sabemos existir, mas que nem sempre temos a coragem de enfrentar.» |
tudo o que temos cá dentro © 2000, daniel sampaio www.danielsampaio.no.sapo.pt |
 |
vagabundos de nós
«vagabundos de nós é a história de um jovem e da sua mãe, confrontados com a homossexualidade do rapaz. diogo, o filho, e luísa, a mãe, introduzem-nos no seu mundo muito próprio através de uma permuta de confidências para a qual o leitor é solicitado.» |
vagabundos de nós © 2003, daniel sampaio www.danielsampaio.no.sapo.pt |
 |
a casa quieta
«quero acreditar que já não estarias em casa por alturas em que cheguei mas não sei dizer. a verdade é que não te procurei. mais uma vez. penso que fiz as coisas do costume, penso hoje quando penso nisso que fiz as coisas do costume, terei deixado o sobretudo ao acaso, abri o frigorífico fechei abri uma outra vez, sem saber bem o que procuro, acontece-me quase sempre.» |
a casa quieta © 2005, rodrigo guedes de carvalho |
 |
memórias das minhas putas tristes
«morrer de amor aos noventa anos. o regresso de gabriel garcía márquez aos domínios da novela. a velhice não impede o seu protagonista de reencontrar a vivacidade da paixão. no dia do seu aniversário decide oferecer-se um presente especial. ao invés de mais uma aventura sexual, este homem (que nunca amou) encontra numa jovem de catorze anos tudo o que desconhecia. parecendo falar da morte, fala-se na verdade de uma intensa vontade de viver.» in casa da américa latina |
memórias das minhas putas tristes © 2005, gabriel garcía márquez wikipédia, gabriel garcía márquez |
 |
sputnik meu amor
«o gelo é frio e as rosas são vermelhas. estou apaixonada. e este amor vai decerto arrastar-me para longe. a corrente é demasiado forte, não tenho escolha possível. mas já não posso voltar atrás. só posso deixar-me ir com a maré. mesmo que comece a arder, mesmo que desapareça para sempre.»
«um belo romance, leve como uma pena, e, no entanto, permanentemente triste… um livro cativante escrito por um dos mais interessantes autores do mundo.» sunday herald |
sputnik meu amor © 2005, haruki murakami www.murakami.ch |