luzes.de.tecto.(quem)
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esta fraca luz que cega a alma e seduz poesia © biquinha
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[ Domingo, Julho 30, 2006 ]
www.ricardobiquinha.com

http://www.ricardobiquinha.com
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.8. em 30/07 às 00:00 •
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[ Quinta-feira, Julho 27, 2006 ]
parabéns.ana

foto e trabalho sobre fotografia de © ricardo biquinha
( nos teus pinto os meus . . .
lábios )
( e muitos anos de vida ) são os votos do teu ricardo e da tua filhota filipa alexandra
ao teu gosto: | (nick cave and kylie minogue) |
| ou |
| (chad koeger - hero)
• publicado por
luz.de.tecto em 27/07 às 00:00 •
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[ Segunda-feira, Julho 24, 2006 ]
photos.of.us (parte* 3)

fotos de © filipa biquinha e trabalho sobre fotografia de © ricardo biquinha
álbum de fotografias parte* 3
álbum de família
quem: EU
parte* 1 (ana), 2 (filipa), 3 (ricardo)
“nem sempre somos ¿reais ou virtuais? ( mas também )”
( heterónimo de © biquinha )
à escuta: | (morphine)
| (damon che)
| *parte(s) de nós (¿reais ou virtuais?)
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.8. em 24/07 às 00:00 •
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[ Terça-feira, Julho 18, 2006 ]
alucinogénios (“lodo”) #5

fotos e trabalho sobre fotografia de © r. biquinha
já não sei do que falo
(se desta lama
que me enriquece
a terra, alma
ou a suja)
(se de matéria depositada
e rica, e fértil
ou de precipitação débil)
(se da lama, barro da vida
ou se de argila, arro, lodo
que me há-de cobrir, findar)
já não sei do que quero falar
( heterónimo de © biquinha )
outros alucinogénios: #1;#2;#3;#4;#5
à escuta |
| ( songs: ohia - untitled 1 ) ou ( the court and spark - sugar...bed ) |
|
• publicado por
pipetobacco em 18/07 às 00:00 •
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[ Segunda-feira, Julho 10, 2006 ]
m, 29 - .14 e .15

fotos e trabalho sobre fotografia de © ricardo biquinha
14
abri o frigorífico e tirei uma cola que fui bebendo aos poucos. fatigado. era sexta-feira. estou sempre cansado no fim de uma semana de trabalho. camuflei-me, em calças de ganga e camisola grossa de lã, porque gosto de passar despercebido. preparei um jantar ligeiro com o que tinha à mão. comi lentamente. mal comi. e sai, embrenhando-me na cidade. escondido nas suas ruas em passos curtos. mil vezes o faço. nestas cidades pequenas (em tudo), e onde todos se entendem, conhecem e tudo escondem. caminho baixo. para que não me olhem nos olhos.
mil vezes nelas caminho, nestas ruas, as que conheço e trilho. escondido procuro-te. subo e desço. mil vezes. nas escadas do sonho.
o telefone não tocou. mais uma vez.
e mais uma noite dormi com outra.
foi mais uma tentativa para apaziguar o sofrimento.
mas nunca sucumbi.
sonho. subo e desço.
nesta escada do sonho.
“caminho num lugar em forma de degraus, lugar de refúgio e descanso, subo e desço em segurança ao longo da peça, sem esforço, devagar subindo e descendo. caminho em luar sobre os fenómenos na sua sucessão, sem favor ou qualquer opinião, subo e desço, onde se derrama a cor do útero, em borra de vinho e se funde em conjuntos de ideias e imagens das quais acho confusas e disparatadas (sonho).”
15
visto-me de alento. tentando retemperar-me de forças debaixo destes lençóis. sem mais o faço, sem mostrar desejo, mercenário. e estou noutra cama. e meu desejo é tal, delicado e cego, de forma tão viva que é como se estivesses mesmo ali deitada. mas não és. e não estás. nunca estás.
tornei-me delicado. sinto-o. qualquer sentimento me provoca agora embaraço. não sei se o deva, se o quero. uma música suave, uma notícia mas arrojada, o barulho do carro do lixo às quatro da manha. até o “fominhas”, o cão da rua a ladrar. provoca-me embaraço, provoca-me agora uma dor de peito um nó de garganta. sou agora mais frágil nesta minha disfarçada dureza.
os sinais previsíveis do tempo são sempre visíveis em alento, e esforço.
caminho sem destino. tento. alento.
tento mudar de assunto, mas não o faço. e não estás. nunca estás. o cão a ladrar na rua, o som da cidade, a face triste de alguém, aqui tão perto, que conheço e magoo, mas não és tu. nunca és. nunca serás.
desculpa-me se te magoo.
( © ricardo biquinha, in “um quase nada” )
à escuta: |
| ( low skies - levelling ) | ou | ( graig markel - winter never… ) |
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• publicado por
um.quase.nada em 10/07 às 00:00 •
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[ Domingo, Julho 02, 2006 ]
ao rui.
ao rui.
só agora tenho a certeza que a frase do «post» anterior é falsa
( a tua partida* será sempre por nós sentida
a nossa chegada será por ti sempre registada )
descansa em paz
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| ( the doors - a feast of friends ) | *a ( nova ) viagem.
• publicado por
luz.de.tecto em 02/07 às 00:00 •
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