Eternamente Menina

Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...





Tema disponibilizado pelo pianista
Rui Serôdio


online


Partilho

  • Viajar no Sonho…
  • Fugaz utopia
  • Voa…
  • Horas…
  • Agosto
  • …pura ebulição
  • Murmúrios do Vento…
  • Cálida…
  • Existência…
  • Caminhos
  • Arquivo

  • Dezembro 2008
  • Novembro 2008
  • Outubro 2008
  • Setembro 2008
  • Agosto 2008
  • Julho 2008
  • Maio 2008
  • Abril 2008
  • Março 2008
  • Fevereiro 2008
  • Janeiro 2008
  • Dezembro 2007
  • Agosto 2007
  • Julho 2007
  • Junho 2007
  • Maio 2007
  • Abril 2007
  • Março 2007
  • Fevereiro 2007
  • Janeiro 2007
  • Dezembro 2006
  • Novembro 2006
  • Outubro 2006
  • Setembro 2006
  • Julho 2006
  • Junho 2006
  • Maio 2006
  • Março 2006
  • Fevereiro 2006
  • Janeiro 2006
  • Dezembro 2005
  • Novembro 2005
  • Outubro 2005
  • Setembro 2005
  • Agosto 2005
  • Julho 2005
  • Junho 2005
  • Maio 2005


  • Arquivo Corrente
  • Arquivo Completo
  • Arquivo Categorias
  • Categorias

    Locais de Memória

  • Eternamente Menina(do Sapo)
  • Menina Marota(do Sapo)

    Memórias Actuais

  • Eternamente Menina II
  • Menina Marota
  • Poesia Portuguesa
  • Refúgio...

    Blogues que Visito

  • Lista Completa

    Estatísticas

    esta página foi vista 260288 vezes
    Referências
    Estatísticas Gerais

    Pesquisa

    Pesquisa Avançada

    Créditos

    Powered by ExpressionEngine
    Original de BlogMoxie
    Redesenhado por © CB&RB
    Alojado por mgrande.com





  • Sábado, Fevereiro 23, 2008
    Variedade dos Efeitos do Amor


    Pintura de Jacopo Tintoretto


    Nascemos para amar; a humanidade
    Vai tarde ou cedo aos laços da ternura
    Tu és doce atractivo, ó formosura,
    Que encanta, que seduz, que persuade.

    Enleia-se por gosto a liberdade;
    E depois que a paixão n’alma se apura,
    Alguns então lhe chamam desventura,
    Chamam-lhe alguns então felicidade.

    Qual se abisma nas lôbregas tristezas,
    Qual em suaves júbilos discorre,
    Com esperanças mil na ideia acesas.

    Amor ou desfalece, ou pára, ou corre,
    E, segundo as diversas naturezas,
    Um porfia, este esquece, aquele morre.

    (Poema de Manuel Maria Barbosa du Bocage)


    Publicado por menina_marota em 02/23 às 11:45 PM
    Categoria: Poesia • (5) Comentários
    Página 1 de 1 Páginas