EternamenteMenina

Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...








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  • Quinta-feira, Julho 07, 2005
    (des)humanidades

    pinto, de lápis e cores de água.
    suave ,
    não vá o lápis revoltar-se.
    os olhos do lápis partem-se em lágrimas se lhe
    transmito a dor disforme que me salta do ver.
    aguarelo-me inteiro,
    dessalinado,
    em ossadas-andantes-na-negritude-do-sangue-fome.
    não tenho ódios,
    nem raivas,
    nem palavras,
    nem gritos,
    sou indignação.
    por inteiro.
    afiado, como o lápis que me escreve,
    sem poesia nem perdão.
    pinto,
    suave,
    com o cuspo da ilusão.

    parem o tempo!
    já!
    ah se desse, parava-o eu,

    a cada segundo morre uma criança sem (a)deus .

    parem o tempo já.
    agora!

    para que não morra a criança que ainda não nasceu…

    já não grito.
    já não choro.
    sangro sal.
    uivo,

    sou animal.


    Imagem e Poema de Almaro
    (Com a devida autorização)

    Publicado por menina_marota em 07/07 às 10:52 PM
    Categoria: Poesia • (29) Comentários

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