EternamenteMenina
Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...
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Pintura de Edward Henry Corbould (daqui)
Escondo-me no abrigo de uma árvore,
qualquer,
enquanto a alma hiberna,
sozinha.
No ensombro, escrevo memórias espaças de um voo de mocho enamorado pela lua,
menina.
Caiu a noite, não há histórias nem sonhos…
Há uma transparência cristalina que aguarda o instante, de voltar a ter cor,
sem cinzentos-neblina.
Dorme, a alma,
talvez cansada,
talvez dorida,
dorme,
sossegada,
abraçada na árvore da vida…
(Poema do Almaro)
Ao passar por aqui nunca sei que mais delicia: se os conteúdos, se a «encadernação».
Apetece ficar e ... respirar fundo…
Fernando Peixoto
Mais uma vez a tua partilha maravilhosa. Lindo o poema de Almaro.
Jinhos mil
Muito bom já estar de volta,por sim Menina ,
Dorme, a alma,
talvez cansada,
talvez dorida,
dorme,
sossegada,
abraçada na árvore da vida…com o coração menos sofrido.
AH
Bonito este poema do Almaro.
A Otília e a sua sensibilidade: as fotos, a poesia que escolhe, os textos que escreve e as fotos da sua família completam o quadro de uma Mulher de extrema sensibilidade.
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gostei ..gostei...... hiberno.....aqui
jocas maradas