Eternamente Menina

Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...








online


Partilho

  • Palavras partilhadas…
  • Gostava…
  • No aroma dos dias…
  • Olhares…
  • Chuva de Letras…
  • E porque é… Natal!
  • Natureza…
  • Invenção do Amor…
  • Pescador de búzios
  • Sinto…
  • Arquivo

  • Agosto 2010
  • Maio 2010
  • Fevereiro 2010
  • Janeiro 2010
  • Dezembro 2009
  • Novembro 2009
  • Outubro 2009
  • Julho 2009
  • Junho 2009
  • Maio 2009
  • Abril 2009
  • Março 2009
  • Fevereiro 2009
  • Janeiro 2009
  • Dezembro 2008
  • Novembro 2008
  • Outubro 2008
  • Setembro 2008
  • Agosto 2008
  • Julho 2008
  • Maio 2008
  • Abril 2008
  • Março 2008
  • Fevereiro 2008
  • Janeiro 2008
  • Dezembro 2007
  • Agosto 2007
  • Julho 2007
  • Junho 2007
  • Maio 2007
  • Abril 2007
  • Março 2007
  • Fevereiro 2007
  • Janeiro 2007
  • Dezembro 2006
  • Novembro 2006
  • Outubro 2006
  • Setembro 2006
  • Julho 2006
  • Junho 2006
  • Maio 2006
  • Março 2006
  • Fevereiro 2006
  • Janeiro 2006
  • Dezembro 2005
  • Novembro 2005
  • Outubro 2005
  • Setembro 2005
  • Agosto 2005
  • Julho 2005
  • Junho 2005
  • Maio 2005


  • Arquivo Corrente
  • Arquivo Completo
  • Arquivo Categorias
  • Categorias

    Locais de Memória

  • Menina Marota I

    Memórias Actuais

  • Eternamente Menina I
  • Eternamente Menina II
  • Menina Marota II
  • Poesia Portuguesa
  • Refúgio...

    Blogues que Visito

  • Lista Completa

    Estatísticas

    esta página foi vista 335743 vezes
    Referências
    Estatísticas Gerais

    Pesquisa

    Pesquisa Avançada

    Créditos

    Powered by ExpressionEngine
    Original de BlogMoxie
    Redesenhado por © CB&RB
    Alojado por mgrande.com





  • Quarta-feira, Janeiro 13, 2010
    Chuva de Letras…


    Fotografia de Alexander Vasilenko




    Chove.


    O vento sibilante entoa nas janelas fechadas mas eu sinto o meu corpo quente como nas tardes de Verão em que o vento me segredava poesias infinitas… em palavras arrojadas de significados como o desejo de uma donzela perante o seu primeiro amor.


    A brincadeira das palavras acabou sem ter começado.


    Palavras amenas que se cruzam numa encruzilhada desacertada de estar, afinal, no local errado.


    Bendigo… bendito… o Português que me leva a acordo sem acordos, a palavras sem significados, vocabulários que se cingem, se entregam sílaba a sílaba a momentos que como o vento desaparecem por entre nuvens de chuva que lavam letra a letra a palavra mencionada e se retraem no pensamento de escrever e nada dizer.


    Oh… como são pulcras as palavras partilhadas em dias de chuva, reflexo de sabedoria ou uma simples invasão de significados que a mente não lê?


    E a chuva cai levando, lavando, cada palavra que desaparece no vocabulário da ilusão prenhe de se pensar o que se não lê, sem acordo, nem acórdãos…mas em Português. 


    Publicado por menina_marota em 01/13 às 03:10 PM
    Categoria: Poesia • (3) Comentários
    Página 1 de 1 Páginas