Eternamente Menina
Serei eternamente menina, nas minhas memórias, nos meus amores, nos meus sorrisos... Esta é uma página, que se pretende não ser apenas de memórias de amores perdidos... mas sim, a lembrança de que o amor nunca morrerá no meu coração de menina...
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que cada palavra trocada
que cada beijo molhado
valem mais
que números frios
em catálogos gravados
de uma vida que se perdeu…
Diz-me
que para lá deste aposento
gaivotas esvoaçam ao vento
de momentos constantes
perdidos em emoções
e permanentes ilusões
que não acabam
em leilão…
Diz-me
que as nossas mãos se unirão
mais uma vez em nossos corpos sedentos
daquela magia que nos juntou…
Diz-me
que afinal
nada terminou…
Diz-me…
Imagem de autor desconhecido
De repente,
foi o espreguiçar
do sol
que me acordou
nas tuas mãos inquietas…
Afoguei-me,
transgredi,
revivi-me,
no teu corpo,
sepultada de
desejos sonolentos.
Fiz do teu suor,
o meu sangue…
Depois,
quando senti,
o bocejar lento
da tua boca na minha carne,
fugi,
com as mãos crispadas,
e os olhos amargurados,
pela fria
indiferença,
do teu sentir!
Ouvir o poema na voz do Luís Gaspar
(Desligar p.f. a música de fundo para ouvir o poema)