É verdade!
Ontem o Valentim, disfarçado de raposa, desferiu três setas pela voz-cupido do Luís Gaspar.
Tenho o ego tão infectado que me sinto dormente. O efeito air bag, que é função do inchaço, em vez de me proteger, expõe-me. E já que assim é, convido os voyeurs (ou deveria antes dizer écouteurs?) a dar lá uma espiadinha e a conferirem como ficaram estes três poemas [Identidade, mas eu não sei, A tua ausência] naquela voz melíflua, de dicção irrepreensível, que zelosamente dramatizou a minha escrita e ma devolveu outra; bem diferente da que guardava no peito - ou seja: dos dois lados da cabeça…
Como é que se consegue agradecer uma honra destas?!
[euzinh’outra a partir do minuto 8:18]